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Monitorização da Segurança

Soluções integradas para trabalhadores isolados

Atualmente, ainda são muitas as organizações que utilizam processos manuais para monitorizar a segurança dos trabalhadores que executam tarefas remotas ou isoladas. Na maioria das indústrias, é ainda muito comum fazer-se a monitorização manual a cada duas horas, após a entrada do trabalhador nas instalações.

Mas, será que estamos perante a melhor prática de monitorização dos trabalhadores e/ou equipas que se encontram a trabalhar isoladamente?

Estarão os trabalhadores totalmente seguros e focados enquanto executam tarefas de extrema complexidade durante o seu turno?

O processo de check-in tradicional

Independentemente de ocorrer nas próprias instalações ou num determinado cliente. Todos os trabalhadores que executam tarefas em locais remotos ou isolados, devem estar acompanhados por uma equipa de BackOffice. Essa equipa que se certifica regularmente do seu bem-estar e segurança.

Atualmente, em determinadas empresas, a monitorização dos trabalhadores é efetuada a cada duas horas, logo após a entrada do trabalhador no seu turno. Este momento é designado como check-in, que serve para que o gestor de emergência fique a conhecer o estado do(s) trabalhador(es) que se encontra(m).

O processo de check-in despoleta os procedimentos de emergência definidos pela organização. Ou seja, se ocorrer um ferimento provocado por queda, um incidente de saúde ou qualquer outra ocorrência inesperada entre validações, este método não se revela eficaz.

Além dos acidentes, algo tão simples como a bateria do telemóvel ou do rádio acabar pode impedir a realização do check-in, causando falsos alarmes à equipa de gestão de emergência. Embora existam protocolos para lidar com falsos alarmes, o gestor de monitorização ativa os procedimentos de emergência definidos pela organização. Assim, é evidente e necessário utilizar sistemas ativos para monitorizar o(s) trabalhador(es) isolado(s), garantindo uma resposta pronta e eficaz.

Um novo paradigma na segurança

Embora estejamos a assistir a uma mudança de filosofia por parte de algumas empresas, é urgente alterar este modus operandi precário e com múltiplas falhas. De forma a proteger as organizações e os seus trabalhadores.

O processo de check-in apenas confirma o estado do trabalhador de forma periódica, não sendo capaz de confirmar o seu status em tempo real.

Proteger os trabalhadores que exercem tarefas isoladas é tecnologicamente possível e com resultados comprovados. Atualmente, existem no mercado um leque de empresas capazes de fornecer soluções à medida das necessidades de cada setor.

As soluções de monitorização de segurança em tempo real resolvem – de modo muito eficaz – as deficiências dos processos de check-in manual. Precavendo assim situações de risco para os trabalhadores e empresas. Sejam sistemas portáteis, sonoros ou automáticos, estes equipamentos podem sinalizar incidentes de segurança em tempo real.

As informações enviadas pelos equipamentos são geridas pelos gestores de emergência por uma plataforma WEB (recorrendo a um computador, tablet e/ou smartphone). Através dela é possível aceder a um conjunto de funcionalidades que vão desde a receção de alarmes, localização do trabalhador, configuração dos equipamentos, emissão de relatórios necessários à peritagem, até à gestão das ocorrências, garantindo sempre o respeito pela proteção de dados.

Possibilidades como a comunicação por voz bidirecional por 4G e 3G, envio de mensagens (SMS) bidirecional, sistema PTT (Push-To-Talk) semelhante ao tradicional walkie-talkie, alarmes SOS (vulgo “Homem Morto”),  deteção de queda e check-in são funcionalidades que podem garantir uma assistência rápida de forma automática em caso de sinistro ou pedido de ajuda.

Acrescem às funcionalidades acima mencionadas, a possibilidade de integrar nestes equipamentos a função de deteção de gases. O que permite tanto a monitorização do trabalhador per si como o ambiente onde o mesmo se encontra.

Ainda no que toca à proteção do(s) trabalhador(es) com relação à deteção de gases, estão disponíveis equipamentos de monitorização perimetral. Equipamentos mais robustos e tecnologicamente mais avançados, que permitem o envio de informações aos gestores e respetiva plataforma de receção de alarmes.

Tratam-se de equipamentos compactos que podem ser transportados pelo trabalhador sem grandes incómodos. Permitindo de forma manual ativar o alarme de emergência a qualquer instante. Estes equipamentos transmitem as coordenadas por GPS diretamente para os gestores de monitorização, transmitindo o som ambiente do local.

A combinação da comunicação com tecnologia de posicionamento dos trabalhadores, permite aos gestores de monitorização ficarem a conhecer em tempo real a localização exata dos seus trabalhadores e a sua condição física.

Um trabalhador seguro é um trabalhador focado

Numa situação normal de check-in, ativar os recursos de emergência pode ser uma tarefa árdua e com uma elevada taxa de insucesso. Em alguns casos, essa limitação leva as equipas a gastar horas contínuas para localizar e/ou resgatar o(s) trabalhador(es) isolado(s).

Por isso, é extremamente necessário e urgente utilizar equipamentos de monitorização confiáveis.Equipamentos que permitam ao trabalhador desenvolver a sua atividade sem a necessidade de validar manualmente e constantemente a sua integridade física.

No entanto, é crucial desmistificar que a monitorização integrada da segurança de um trabalhador não se destina, de forma alguma, a controlar a rentabilidade ou as horas de trabalho. Esses sistemas existem exclusivamente para proteger e monitorizar o trabalhador isolado, garantindo uma resposta eficaz das equipas de emergência em caso de acidentes de trabalho ou violência gratuita.

No contexto atual do setor industrial, as organizações precisam urgentemente de definir e implementar as melhores práticas que assegurem a segurança dos trabalhadores isolados.

Reconhecendo a necessidade de substituir processos manuais por automáticos, as organizações devem investir em soluções tecnológicas que atendam às exigências do setor e garantam a segurança de todos os trabalhadores que atuam remotamente ou de forma isolada durante os seus turnos.

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